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2.7.09

Prevenindo Acidentes Infantis




Prevenindo os Acidentes Infantis

A Enfermeira Shirley autora de uma cartilha de prevenção aos acidentes infantis, editada pelo Hospital São Camilo, de São Paulo, dá dicas neste sentido e as organiza do mesmo modo: por faixas etárias.

0 aos 6 meses A criança precisa de proteção o tempo todo e os acidentes tendem a ocorrer mais freqüentemente quando ela adquire o hábito de se virar, engatinhar e pegar objetos. Indica que, para evitar queimaduras, a mãe teste a água do banho com o cotovelo e evite beber líquidos quentes, como café ou sopa, com o filho no colo. Além disso, ele adverte que os únicos locais seguros para que um bebê nesta idade fique sozinho são o berço e o cercadinho. No entanto, é necessário que se verifique se os espaços entre as barras do berço são adequados para que o bebê não passe entre eles ou prenda sua cabeça. Neste sentido, os cercadinhos de malha são considerados os mais seguros. Nunca se deve deixar uma criança desta faixa etária sem assistência sobre uma mesa de troca de roupas, por exemplo. Para evitar afastar-se, a recomendação é deixar sempre as fraldas à mão antes de largar a criança, recomenda o pediatra.

Dos 7 aos 12 meses As crianças nesta faixa etária já começam a engatinhar, ficam de pé e podem começar a caminhar. Eles põem tudo na boca. Deve-se ter cuidado, em especial, com os riscos de afogamento e de queimaduras, evitando-se a cozinha, considerada o local mais perigoso da casa. O médico propõe mesmo que se coloque um bloqueio que impeça a passagem da criança para a cozinha, pois líquidos e alimentos quentes, fios elétricos, torradeiras, bules, garrafas e o próprio fogão são perigosos, assim como a tábua de passar roupa. Nesta etapa, deve-se manter fora do alcance das crianças todos os remédios e venenos, assim como os produtos perigosos, que devem ser mantidos em suas embalagens originais. Para evitar quedas, compensa usar portas ou portões nas escadarias e baixar o estrado das camas a partir do momento que a criança começa a sentar ou ficar de pé. Os cuidados que vinham sendo tomados até os seis meses podem ser todos mantidos. As tomadas podem passar a ser protegidas com protetores nos soquetes.

De 1 a 3 anos Crianças de 1 a 2 anos são muito ativas e têm necessidade de investigar, escalando, abrindo portas e gavetas, retirando coisas de armários e brincando com água. O De acordo com a cartilha "Acidentes na Infância" editada pelo Hospital São Camilo, nesta idade as crianças são ainda fascinadas pelo fogo e capazes de abrir a maioria dos recipientes, além de explorarem armários de louças, medicamentos, mesas de cabeceira, interior de guarda-roupa, geladeiras, fornos, entre outros locais que reservam perigos. Observar de perto as crianças desta idade é essencial para evitar acidentes. Elas estão muito interessadas no que estão fazendo e tem pouca consciência dos perigos que podem estar correndo. São comuns as quedas e os cortes, por isso é preciso manter as portas ou caminhos para escadas, depósitos ou rua trancadas ou bloqueadas. Vale a pena usar pratos e copos de plástico e verificar os móveis com bordas cortantes. As crianças são rápidas e imprevisíveis. Elas podem arremessar e chutar bola, correr, pular e pedalar um velocípede. Elas começam a entender. Mas ainda não sabem o que é perigoso. Elas necessitam de proteção, supervisão e disciplina firme.Na banheira, deve-se usar tapetes não derrapantes e instalar grades em todas as janelas acima do primeiro andar. A cozinha continua sendo uma área de risco. 3 a 5 anos Com esta idade a criança explora a vizinhança, corre, escala, anda com velocípede, aprende a andar de bicicleta, brinca com outras crianças, atravessa a rua e esses movimentos precisam ser feitos sob atenta vigilância.

A enfermeira ensina ainda que nesta fase as crianças sobem em árvores, ficam em pé em balanços, brincam com mais violência com os brinquedos, bolas pesadas, fósforos e isqueiros, além de experimentarem remédios. Nesta fase, as crianças podem aceitar e responder aos ensinamentos, porém, elas ainda necessitam de proteção.

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