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16.7.10

Como Enfrentar (evitar) a Super-proteção aos Filhos


Como enfrentar a super-proteção? Tem jeito?

Acredito que tudo que implique em mudanças nos gera desconforto e dúvidas.

São nossos medos, angústias e incertezas que inundam nossa imaginação e pensamentos. Quando fazemos tudo por nossos filhos, não deixamos que eles provem o sabor da vida e deixamos que as tarefas pareçam muito fáceis para eles. Com essa atitude super-protetora, os pais vão inserindo nas crianças a idéia que o mundo gira ao seu favor e ao seu dispor e que eles estão no centro do mundo e do universo e que o seu umbigo é o mais longe que a criança pode enxergar. Atualmente é difícil dizer NÃO a criança e esperar pelo crescimento de nossos filhos, respeitando cada fase do desenvolvimento humano ou seu ciclo vital (nascer, meninice, adolescência, adulto, senescência e morte). As crianças de nossos dias estão egoístas, ansiosas, sem limites e caso algo não aconteça da forma que a criança deseja, ela chora, esperneia, cospe, morde, se joga ao chão, rola, baba, cospe, xinga, grita, esperneia, nos constrange e ainda “pagamos o mico” de não sabermos o que fazer- principalmente agora com a nova lei do anti-tapinha (não sou a favor do tapa ou do beliscão. Acredito no diálogo, contenção e restrição de regalias quando necessário). Elas desafiam nossos limites de paciência. As crianças tendem a crescer tiranas ou algozes dos pais, avós, tios, professores, cuidadores e outros. O relacionamento com a comunidade passa a enfrentar obstáculos e as normas e limites são facilmente desrespeitadas sem nenhum prurido.

O pequenino se torna uma criança desagradável e um futuro adulto mimado, inseguro e egocêntrico – não consegue visualizar o outro – é o narciso em corpo e alma.



  • Como enfrentar a situação:

* Manter a criança sob vigilância o tempo todo pode predispor a um adulto inseguro, timido e pouco assertivo, * Fazer todas as vontades e realizar todos os desejos da criança (por não poder estar muito tempo com ele) pode favorecer o desenvolvimento de uma criança egoísta, autoritária, pouco tolerante a frustrações e pouco solidária, * Bom senso e equilíbrio é a palavra de ordem, * Na dúvida consulte um especialista.

Um comentário:

  1. Tem pais que não dizem não aos seus filhos, só que esquecem que o mundo amanhã dirá, e como esse individuo que nunca recebeu um não vai reagir?
    Que tipos de filhos os pais estão criando?
    Ainda não sou mãe, estou na reta final de minha gestação, e me preocupo com a educação que darei a minha filha que está por vir, sei que terei falhas, mas é sempre nos mantendo informada, abrindo nossa mente e coração que poderemos tomar as atitudes corretas nas horas certas.
    Cristiane

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