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7.7.10

Segurar e Manipular o Bebê tem Segredo?

Segurar e manipular o bebê tem segredo?

Os cuidados com as crianças acabam oscilando em torno do “segurar”o bebê. Segurar o bebê pode para nos significar: segurar com firmeza, amparar, impedir que o bebê caia, conter, garantir a segurança da criança, entre outras definições. O que entendemos então, é que segurar inclui uma função que transpassa a função materna e acaba abrangendo o grupo familiar, caracterizando uma função básica prestada com cuidado – sim na maior parte das vezes deveria ser efetuada com cuidado (lembrar que em alguns casos os irmãozinhos mais velhos querem segurar o bebê e por sua imaturidade neuro-motora, o segurar pode significar para o bebê um aumento de ansiedade e angústias, como medo de cair e de não ser adequadamente sustentado nos braços). Quando tudo começa, na vidinha do bebê, o ato físico de segurar ou conter a estrutura física da criança é que vai resultar em circunstâncias satisfatórias ou não em termos afetivos-psicológicos. Não estou querendo dizer que existe uma maneira ou forma ou mesmo técnica perfeita para levar o bebê aos braços, mas que segurar e manipular bem uma criança facilita os processos de maturação. Por outro lado, segurá-la mal, poderia significar uma danosa interrupção dos processos de desenvolvimento maturacional do bebê, devido ás reações de insegurança e nas rupturas de adaptação do bebê. Os bebê têm muita sorte no quesito de “segurança”, pois as mães, em geral, sabe como lidar com isso, adaptando-se as necessidades da criançinha nesta fase tão precoce do desenvolvimento infantil. Ela o faz com muita propriedade, principalmente, por que nesse período sua maior atenção é desviada quase que exclusivamente para o bebê. A maioria dos bebê têm muita sorte em serem bem segurados na maior parte do tempo e graças a esta atitude das suas mães suficientemente boas, eles acabam adquirindo confiança num mundo amigável e menos hostil, se compararmos aos bebês que não têm esta felicidade ou oportunidade de serem contidos afetuosamente por suas mães. O ato de “segurar” bem o bebê contribui para o desenvolvimento saudável de sua personalidade. Porém, eles não podem se recordar dessa fase boa, mas com certeza, um “segurar” insensível e desagradável, certamente, influenciará em seu desenvolvimento psicoafetivo. Sugestões, envie ao blog.

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