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22.9.11

Síndrome da alienação parental




Síndrome da alienação parental, mas o que é isso? Alguma doença nova?

A síndrome da alienação parental não é um fenômeno novo, esteve e está em evidência há muito tempo nos consultórios terapeuticos, nos escritórios de advocacia e nos tribunais de justiça.

O conceito de família vem sofrendo mudanças nas últimas décadas, afrouxando-se os elos de afetividade, e, ai a consequencia é o distanciamento do vínculo afetivo.

Não é infrequente, após a quebra do vínculo conjugal, um dos genitores ou outra pessoa com ascendência sobre a criança, estimular sentimentos de abandono, de rejeição, de traição e com resultado mórbido e danoso, o sentimento de vingança.

Essa situação gera, em alguns genitores, um processo de destruição da imagem do outro genitor, quando aquele/a não consegue superar o processo de separação. O detentor da guarda da criança/filho começa então a deflagar no filho um processo de destruição da imagem do outro genitor.

O detentor da guarda, ao tentar destruir a imagem do outro, assume cada vez mais o controle, sendo que o outro é considerado um invasor a ser afastado custe o que custar. Custe até o esfacelamento emocional da criança. O pior de tudo, é que este conjunto de manobras destruidoras confere prazer e poder ao alienador e promove sentimentos de aniquilamento no alienado.

Comportamentos que caracterizam o genitor alienante:

* exclui o outro genitor da vida dos filhos

* não comunica ao outro genitor fatos importantes relacionados à vida dos filhos: escola, médico, comemorações, etc.

* interfere nas visitas

* organiza várias atividades nos dias de visita do outro genitor

* transforma a criança em espiã do ex-cônjuge

* critica a competência profissional e a situação financeira do ex-cônjuge

* ataca a relação entre filho e o outro genitor

A alienação parental, causa distúrbios emocionais indeléveis na criança, que vai carregar para sempre sequelas de uma convivência totalmente disfuncional e desequilibrada entre seus genitores.

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