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20.7.12

Livros ideais para cada fase do bebê

      Oferecer estímulo para as crianças é sempre bem vindo, principalmente quando for regado com pitadas de interação e afeto.
      Nesse quesito, os livrinhos infantis podem ser uma boa ideia.
      Para ficar mais fácil e nortear os melhores livros para os papais e mamães, resolvemos dividi-los por faixa etária.

* zero a seis meses

Nesse período de vida do bebê, os livros precisam ter grandes imagens e acima de tudo serem bem coloridos. A presença de textura e sons vão estimular os orgãos dos sentidos dos bebês.
Todavia, não basta o livro ser de última geração se voce não interagir com seu filhinho. 
É preciso que voce conte a histórinha, dê vida aos personagens de maneira divertida, alegre e breve. Nesta fase a atenção dos bebês é rápida e passageira. logo eles se interessam por outras atividades.

*sete a doze meses

Algumas palavras são bem vindas no corpo do livro e devem estar relacionadas ao cotidiano e a realidade do bebê. 
Figuras como "papai", "mamãe", "cachorrinho" e outras são bem divertidas e chamam a atenção dos bebês. 
Apontar para as figuras, as descrever e chamar a atenção do bebê para a ação é muito legal. Poucos personagens não deixam que a criança fique confusa.

*doze meses a dezoito meses

Os bebês adoram quando os pais ou os cuidadores interpretam os personagens e imitam sons de: bichos, ranger de portas, bater palmas e etc.

*dezoito meses a vinte e quatro meses

As crianças adoram quando os pais ou cuidadores repetem suas histórias favoritas varias vezes e sempre com a mesma emoção.
Tenha paciência, pois essa é uma forma que as crianças encontram para fixar as palavras, dar asas a imaginação e fantasiar e devanear as emoções do cotidiano.
É uma forma das crianças elaborarem seus afetos, angústias e ansiedades.

14.7.12

Mamãe e gestação: ansiedade experienciada por dois!


Quando falamos em gestação fica implícito que falamos da mãe e seu bebê no ventre.
A maioria das futuras mamães, por mais tranquila que seja, a ansiedade permeia a mente e o corpo delas.
A ambiguidade existe desde o início da gestação, pois ao mesmo tempo que ela está feliz com a presença do bebê em seu ventre, ela também fica preocupada, insegura e temerosa quantos aos vários aspectos de seu filhinho: 
Será que ele nascerá saudável? 
Será que eu terei um bom parto? 
Será que eu terei leite e conseguirei amamentar meu bebê? 
Será que eu serei uma boa mãe? 
Será que teremos condições de dar uma boa educação a ele? 
Será que ele terá um bom futuro e terá felicidade?
Os “serás” faz parte de todas as mães que se identificam desde cedo com seu bebezinho e de certa maneira as aproximam dele. 
Mas o que fazer com tantos “serás”?
Procurar uma atividade que desvie o foco dos “serás” pode ser muito eficaz para aliviar a ansiedade, reduzir as angústias das incertezas e relaxar a mente.
A futura mamãe pode começar realizando atividades que lhe dê prazer tais como: caminhadas, passeios ao ar livre, visita a amigos, atividades manuais, desenvolver um blog e contar suas experiências diárias em se tornar mãe, meditação, yoga, e outras que lhe permita abrir um espaço para si própria, de maneira a desfrutar do momento mágico de gestar.

Interação dos bebês com a música: a partir de que idade?

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Música para bebês: é mais que um estímulo

Os canadenses são conhecidos por estudos comportamentais e respostas afetivas com crianças pequenas.

Estudo conduzido por cientistas da Universidade de McMaster demonstraram que bebês de 12 meses quando estimulados em aula de música, acompanhados por seus pais, demonstrava melhora do humor e da interação social.
Os bebês sorriam mais, se comunicavam melhor, tocavam afetivamente seus pais e coleguinhas e demonstravam grande interesse pelos instrumentos musicais e pela melodia musical cantada pelos professores de música.
Nas aulas, as crianças aprendiam musiquinhas e as “coreografias” por meio de gestos e movimento do corpo. 
Podiam tocar instrumentos de percussão e em algumas aulas ouvir e interagir com músicas clássicas.
A preferência musical das crianças? 
Músicas e instrumentos que podiam ser experienciados junto aos pais.
Conclusão: a música e instrumentos de percussão facilitam a aproximação das crianças aos seus pais e estimulam o contato inter-humano e a expressão de afeto

Chupeta: oferecer ou não oferecer? (o outro lado da certeza)


Oferecer a chupeta ao bebê tem sido alvo de dúvidas e críticas.


Entretanto, um estudo recente efetuado por pesquisadores da Universidade de Oregon – EUA, demonstrou que num grupo de 2.249 bebês a chupeta apontou não atrapalhar ou interferir com a amamentação.
Ela ajudou a acalmar as crianças e a estimular a sucção e o aleitamento. 
Claro que nesta via, o estudo também apontou que oferecer a chupeta deve ser com parcimônia e somente quando o bebê estiver muito ansioso, choroso e em situações que nada o consola.
Antes de oferecer a chupeta, os pesquisadores indicam: tentar acalmar o bebê com afago, carinho, colinho afetuoso, mamadas em livre demanda e acima de tudo bom senso.
Neste contexto não podemos esquecer que a sucção para o bebê representa mais do que apenas uma forma determinante de ingerir um alimento, e no caso deste artigo, o leite.
A sucção é também uma forma do bebê reduzir sua ansiedade, suas angústias impensáveis e melhorar seu contato com o mundo.
O bico de latex ou silicone, com a ponta inclinada para cima tem sido o mais recomendado.