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13.10.12

A civilidade e educação começam em casa



A civilidade e educação começam em casa. Valores básicos como respeito ao próximo, gentileza, agradecimento e outros feitos não menos importantes devem fazer parte do dia a dia da família. Não é por que podemos contar com alguém nos afazeres da casa que os filhos, o esposo e outros membros da casa não podem colaborar de alguma maneira. Temperar o cotidiano e trazer a família para o centro da afetividade e do convívio amoroso gera equilíbrio e solidariedade recíproca.
Por outro lado, algumas regras precisam ser estabelecidas para facilitar o universo familiar e colocar certa organização no desempenho da casa.
 Por exemplo, todos os indivíduos devem estar envolvidos em atitudes que beneficiem a si próprios e ao outro. Vamos lá;
1- Tarefas habituais: organizar os brinquedos e guardá-los após o uso, fazer a própria cama, ajudar em afazeres do lar (de acordo com a idade), auxiliar em coisas práticas na cozinha. As crianças pequenas, de início realizam tarefas simples e conforme vão crescendo podem efetuar ações mais complexas.
Os pais não precisam ser verdadeiros sargentos. Tudo deve ser de maneira leve e lúdica para que a aderência as tarefas aconteçam de maneira tranquila e com a participação de todos. Poupar os filhos de coisas básicas no lar não preparam as crianças para o futuro.
2- Facebook não é atividade para o dia todo: os pais devem restringir o aplicativo e ele é indicado para crianças acima de 13 anos (conforme requerimento do próprio face). Durante seu uso, os pais devem monitorar o Mural de seus filhos e atentar para o que ele coloca e o que ele recebe de mensagens. Fique claro que monitorar não deve ser uma atitude invasora.
3- Semanada a partir dos 7 anos: a prática cotidiana com as moedas (ou dinheiro) ajuda a criança a se situar na realidade e a aprender que dinheiro não dá em árvore. Por volta dos 7 anos de idade, a criança já consegue manipular e ter certa responsabilidade em dosar seus gastos baseados em suas necessidades e preferências. A semanada pode ajudar a criança a conviver com seus impulsos e desenvolver prioridades.
4- Respeito é bom e todos gostam: o exemplo vem de casa. Não adianta exigir se os adultos não derem o exemplo. As crianças percebem as incoerências dos adultos que pregam uma coisa e fazem outra. È um verdadeiro campo para conflitos. Assegurar a verdade não pode bater de frente com a lei de Gersosn ou com tirar vantagens do próximo.
5-  Entretenimento, diversão e cultura: o contato com o mundo lá fora pode ser muito bacana para as crianças. É uma forma de mostrar como o mundo funciona e acontece independente do seu. Cada família vai optar por aquilo que lhe é mais valioso como a música, teatro, cinema, parques, viagens, etc.
6- Celular: o celular deve ser usado com moderação e responsabilidade. É uma tecnologia que não pode ser negada e abolida nos dias de hoje – muitos pais enfatizam o emprego do celular como forma de monitoramento e segurança de seus filhos. Porém, para tudo é necessário bom senso. Nada de deixá-lo ligado durante a aula, cinema, teatro, refeições e conversas importantes entre a família. O celular não pode prejudicar a interação entre a família e as pessoas próximas. Isso é desrespeito e uma forma de se isolar num mundo virtual.
7- amiguinhos e colegas em casa são sempre bem vindos: Trazer os amigos em casa é uma forma dos pais conhecerem com quem seus filhos andam e como ele interage com eles. Estimula o entrosamento social, a troca de ideias e hábitos. Contudo, a moderação vale neste caso também. Durante a semana, as regras precisam ser mantidas e no final de semana os acordos são fortalecidos pelas decisões familiares e suas necessidades.

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